Falcoaria e esculturas



Brandon nasceu originalmente em Bangkok, Tailândia, cresceu no Havaí e viveu no sul da Califórnia, onde aprendeu sobre a falcoaria. Ele trabalhou como tatuador por muitos anos, depois ele mudou para fotografia de vida selvagem e agora ele viaja e esculpe para ganhar a vida. Ele tem sido um falcoeiro por mais de 20 anos até agora.






Como foi seu início na falcoaria?

Eu tive a sorte de ter aprendido Falcoaria no sul da Califórnia, onde um grupo de alguns dos melhores e mais famosos falcoeiros do mundo viveram e se uniram para voar e comparar suas notas. Era um monte de falcoeiros da velha escola, como Joe Salem, Chris Allen, Dave Salem, Dave Cherry, Bob Helsom, Lance ... Mark e Tony Robertson, Steve Chindgren, Steve Martin, e Eloy Carlin, etc, e através deles e de outros falcoeiros que nos visitaram, como Pete Watsky, um dos melhores fabricantes de capuz até hoje, eu aprendi muito. Eles me transmitiram muito conhecimento adquirido ao longo de suas vidas, e compartilharam suas habilidades e experiências comigo em um período muito curto de tempo. Eu fiquei muito feliz por estar lá nessa época e aprender com esses caras.

 

Quais aves você já voou? Qual foi o seu maior desafio?

Eu tive aves tão exóticas como Falconetes de coxas pretas (Microhierax fringillarius) e  águia-serpentária-de-crista (Spilornis cheela), águia-marinha-de-steller (Haliaeetus pelagicus) em Bangkok, até falcões quiriquiris (Falco sparverius), esmerilhões (Falco columbarius), tanoeiros (Accipiter cooperii), falcões Tagaroti ou Barbary (Falco pelegrinoides), cruzamentos de falcões Gyr (Falco rusticolus), peregrinos puros, Gaviões asa de telha (Parabuteo unicinctus), Gaviões miúdos (Accipiter striatus) e corujas. Sempre houve um desafio em cada ave que eu tive, desde um manejo adequado, alimentação e  introduzi-los à caça. O gavião miúdo foi provavelmente um dos mais difíceis, porque eu o peguei quando ele tinha apenas 3 dias de idade, e ele precisava de supervisão 24 horas por dia, mas acabou se tornando um dos meus favoritos. Mas o mais difícil são sempre os Falcões do Tanoeiro passageiros (Accipiter cooperii), eu acho que eu os amo  já que eles são um grande desafio.

Qual ave você gostaria de voar no futuro?

Eu ainda realmente gosto tanto de capturar quanto de voar e treinar, então qualquer uma das aves selvagens capturadas que são bastante difíceis como os falcões das pradarias (Falco mexicanus) , falcão do  tanoeiro (Accipiter cooperii), gavião-miúdo (Accipiter striatus), e esmerilhão (Falco columbarius) . Eu adoraria voar um falcão cauré (Falco rufigularis) algum dia.

Como você começou a fazer esculturas de aves de rapina?

Eu tinha começado realmente fazendo um monte de fotografias de Falcoaria, e um pouco de arte, e não foi até recentemente que um grande amigo meu, Joe Salem, que é também um escultor, me desafiou para começar a fazê-lo. Eu faço outras esculturas também, mas sou provavelmente mais  conhecido pelas minhas esculturas de pássaros e aves de rapina.

Qual é o maior desafio ao esculpir rapinantes?

Para mim, o maior desafio é a autocrítica. Mesmo que alguns trabalhos saiam bem e talvez todo mundo adore, eu ainda posso não ficar satisfeito com eles, porque eu sei que não são tão precisos nos detalhes como seria de se esperar. Sendo um naturalista, um falcoeiro e um fotógrafo, eu quero que seja o mais preciso possível. A coisa mais difícil é que eu estou bem conhecido pelas minhas poses de voo dinâmicas, e não há muitas referências fotográficas para elas, porque muitos voos ou são distantes demais para fotografar ou acontecem rápido demais. Então eu tenho que usar meus muitos anos de experiência de ver as aves voando, para tentar capturar esse momento que tira o fôlego de todos os falcoeiros.

 

Como uma pessoa pode comprar suas esculturas?

Minhas esculturas podem ser encomendadas pessoalmente, ou o cliente pode me enviar uma mensagem, ou dar uma olhada em certas galerias. Eles podem sempre me contatar diretamente e ver qual fundação ou instituição está leiloando meu trabalho, para ajudar a levantar fundos para a sua caridade, e comprá-los através desta instituição de caridade específica. Mas um cliente pode sempre me contatar diretamente através do Facebook ou pelo telefone 770-568-0142 (EUA) e ver se tenho tempo para fazer uma peça para ele. Eu só pego 3 ou 4 novos projetos por ano, devido ao trabalho que eu já estou fazendo para outros clientes.

 

Como você avalia a importância de projetos de educação ambiental atualmente?

Eu acredito que é da maior importância, porque sem educação não haverá compreensão da importância que o meio ambiente tem, e como isso nos afeta diretamente, e como isso irá afetar as gerações futuras. Nós, como falcoeiros e esportistas ao ar livre já vimos o impacto da mudança, quer seja através do desaparecimento de bons campos de caça de longa data, ou um rápido declínio das aves e de presas ano após ano. Eu sei de muitos falcoeiros que se mudaram para encontrar  melhores áreas, e terreno com presa mais abundante para caçar.

Quais são seus planos para o futuro?

Eu quero ser uma parte da solução e mudança. Quero trabalhar em conjunto com o maior número de projetos de conservação, instituições de caridade e “fundraisers” (captadores de recursos), para ajudá-los em sua luta pelo futuro e modo de vida de todos. Eu me vejo viajando e trazendo consciência, através do meu trabalho, ao maior número de pessoas e países que eu puder em um futuro próximo.



Brandon was born originally in Bangkok, Thailand, grew up in Hawaii and lived in Southern California, where he learned about Falconry. He worked as a tattoo artist for many years, then he switched to wildlife photography and now he travels and sculpts for a living. He has been a falconer for more than 20 years so far.

 

How was your start in falconry?

I was fortunate enough to have learned Falconry in Southern California, where a group of some of the best and most well know Falconers in the world lived and came together to fly and compare notes. It was a lot of the old school guys, like Joe Salem, Chris Allen, Dave salem, Dave Cherry, Bob Helsom, Lance... Mark and Tony Robertson, Steve Chindgren, Steve Martin, and Eloy Carlin, etc and through them and other falconers that have visited, like Pete Watsky, one of the best hood makers even today, I learned a lot. They imparted many lifetimes of skill and experience and knowledge to me in a very short period of time.  I was most fortunate to have been around and learned from these guys.

Which birds have you already flown? What was your biggest challenge?

I have had birds as exotic as black-thighed falconet (Microhierax fringillarius), and crested serpent hawks (Spilornis cheela), and sea eagles (Haliaeetus pelagicus), in Bangkok, to kestrels, merlins, coopers, barbary falcons, gyr crosses, pure peregrine, Harris hawks, Sharpies, and owls.  There is always a challenge in very bird I have owned, to properly maintaining, feeding and getting them to hunt. The musket sharpie was probably one of the most challenging, because I had pulled it when it was only 3 days old, and it needed 24 hour around the clock supervision, but it turned out to be one of my favorites. But the most difficult are always the passage Coppers Hawk, I think I love them because they are such a challenge.

Which bird would you like to fly in the future?


I still really enjoy trapping as much as flying and training, so any of the wild trapped birds that are fairly difficult like prairies falcons, coopers, sharpies, and merlins.  I would love to fly a bat falcon someday.

How did you start making raptors sculptures? 

I had started actually doing a lot of Falconry photography, and some art, and it wasn't until recently that a very good friend of mine Joe Salem who is also a sculptor, challenged me to start doing it. I do other sculptures as well, but I am probably better known for my Bird and Raptor Sculptures.

What is the most challenging thing about sculpting raptors?

For me the most challenging is self-criticism. Even though some work comes out okay and maybe everyone loves it, I still cannot be happy with it, because I know it is not as accurate in the details as I would expect. Being a Naturalist, a falconer, and a photographer, I want it to be as accurate as possible.  The most difficult thing is that I am well known for my dynamic flight poses, and there are not very many photographic references for these, because a lot of flights are either too far to photograph or happen too quickly. So I have to use my many years of experience from seeing the birds flying, to try to capture that moment that all falconers hold their breathes for.

How can a person buy one of your sculptures?

My sculptures can either be commissioned privately, or a client can message me, or keep a look out at certain galleries.  They can always contact me directly and see what conservation or foundation is auctioning off my work, to help raise funds for their charity, and purchase them through that specific charity.  But a client can always contact me directly through Facebook or USA calling code 770-568-0142  and see if I have the time to do a piece for him.  I can only take 3 or 4 new projects a year, due to the work I am already doing for other clients.

 

How do you evaluate the importance of environmental education projects nowadays?

I believe that it is of the utmost importance, because without education, there can be no understanding of how important the environment is, and how it affects us directly, and how it will affect future generations.  We as Falconers, and Outdoor Sportsman have already seen the impact of change, either through the disappearance of long time good hunting fields, to a rapid decline of birds and game being found year after year. I know many Falconers who have moved away to find better areas and land, with more abundant game to hunt.  

What are your aims for the future?

I want to be a part of the solution and change.  I want to work together with as many conservation, charities and fundraisers, to help them with their fight for everyone’s future and way of life.  I see myself traveling and bringing awareness, through my work to as many people and countries as I can in the near future. 



Brandon nació originalmente en Bangkok, Tailandia, creció en Hawái y vivió en el sur de California, donde aprendió sobre la cetrería. Trabajó como un artista de tatuajes por muchos años, después trabajó como fotógrafo de vida salvaje, y ahora viaja y esculpe para ganarse la vida. Ha sido un cetrero por más de 20 años hasta ahora.

¿Cómo fue su inicio en la cetrería?

Yo tuve la suerte de haber aprendido cetrería en el sur de California, donde un grupo de algunos de los mejores y más bien conocidos cetreros del mundo vivieron  y se unieron para volar y comparar notas. Era un montón de cetreros expertos, como Joe Salem, Chris Allen, Dave Salem, Dave Cherry, Bob Helsom, Lance ... Marcos y Tony Robertson, Steve Chindgren, Steve Martin, y Eloy Carlin, etc, y a través de ellos y de otros cetreros que nos visitaron como Pete Watsky, uno de los mejores fabricantes de caperuzas hasta hoy, yo aprendí mucho. Ellos compartieron una vida de experiencia, habilidad y conocimiento conmigo en un período muy corto de tiempo. Yo fui más que afortunado de haber estado alrededor y aprendido con ellos.

 

¿Qué aves ya has volado? ¿Cuál fue tu mayor reto?

He tenido aves exóticas como Falconete Indonesio (Microhierax fringillarius), y Culebrera Chiíla (Spilornis cheela), y  Pigargo Gigante (Haliaeetus pelagicus), en Bangkok, a cernícalos (Falco sparverius), esmerejones (Falco columbarius), Gavilanes de Cooper (Accipiter cooperii), halcones tagarotes (Falco pelegrinoides), cruzamentos de gerifaltes (Falco rusticolus), peregrinos puros, Aguillas de Harris (Parabuteo unicinctus), Gavilanes americanos (Accipiter striatus) y búhos. Siempre hubo un reto en cada ave que he tenido, desde un manejo adecuado, la alimentación y conseguir que cacen. El gavilán común fue probablemente uno de los más difíciles, porque lo había retirado cuando tenía sólo 3 días de edad, y él necesitó de supervisión 24 horas por día, pero resultó ser uno de mis favoritos. Pero los más difíciles son siempre los Gavilanes de Cooper pasajeros (Accipiter cooperii), creo que los amo porque son un desafío.


¿Cuál ave te gustarías volar en el futuro?

Todavía disfruto atrapar tanto como volar y entrenar, por lo que cualquier  de las aves salvajes atrapadas que son bastante difíciles como los halcónes mexicanos (Falco mexicanus) , gavilán de Cooper  (Accipiter cooperii) , gavilán americano (Accipiter striatus) y esmerejones (Falco columbarius). Me encantaría volar un halcón murciélago (Falco rufigularis)  algún día.

¿Cómo empezaste a hacer esculturas de aves de presa?

En realidad yo había a hacer un montón de fotografía de cetrería, y un poco de arte, y no fue hasta hace poco que un muy buen amigo mío Joe Salem, que también es escultor, me desafió a empezar a hacerlo. Hago otras esculturas también, pero yo soy probablemente más bien conocido por mis esculturas de pájaros y aves de presa.

¿Cuál es el mayor reto al esculpir rapaces?

Para mí lo más difícil es la autocrítica. A pesar de que algunos trabajos salgan bien y tal vez a todo el mundo les encante, todavía no puedo quedarme satisfecho con ellos, porque sé que no son tan precisos en los detalles como esperaba. Al ser un naturalista, un cetrero y un fotógrafo, yo quiero que sea lo más preciso posible. Lo más difícil es que yo soy conocido por mis poses dinámicas de vuelo, y no hay muchas referencias fotográficas para ellas, porque muchos de los vuelos son o bien demasiado lejos para poder fotografiar o suceden demasiado rápido. Así que tengo que usar mis muchos años de experiencia de ver los pájaros volando, para tratar de capturar ese momento que encanta a todos los cetreros.

¿Cómo una persona puede comprar una de tus esculturas?

Mis esculturas pueden ser encomendadas personalmente, o un  cliente puede enviarme un mensaje, o mirar en ciertas galerías. Ellos siempre pueden ponerse en contacto conmigo directamente y ver que fundación o institución está subastando mi trabajo, para ayudar a recaudar fondos para su caridad, y comprar a través de la institución específica. Pero todos los días un cliente puede ponerse en contacto conmigo directamente a través de Facebook o llamando al 770-568-0142 (EE.UU) y ver si tengo tiempo para hacer una pieza para él. Sólo puedo hacer 3 o 4 nuevos proyectos al año, debido al trabajo que ya estoy haciendo para otros clientes.


¿Cómo valoras la importancia de los proyectos de educación ambiental hoy en día?

Creo que es de la mayor importancia, porque sin educación, no habrá comprensión de cómo el medio ambiente es importante, y como él nos afecta directamente, y cómo afectará a las generaciones futuras. Nosotros, como cetreros, y deportistas al aire libre ya hemos visto el impacto del cambio, ya sea a través de la desaparición de los buenos campos de caza antiguos, a una rápida disminución de las aves y presas año tras año. Sé de muchos cetreros que se han cambiado para encontrar mejores zonas y campos con presas más abundantes para cazar.

¿Cuáles son tus planes para el futuro?

Quiero ser parte de la solución y del cambio. Quiero trabajar en conjunto con el mayor número de proyectos de conservación, organizaciones benéficas y eventos para recaudar fondos, para ayudarles en su lucha por el futuro y forma de vida de todos nosotros. Me veo viajando y concientizando, a través de mi trabajo, a tantas personas y países como pueda en un futuro próximo.

Contato * Contact * Contacto
770-568-0142 (US)

STRIGIFORMES BRASILEIROS EM PERIGO



INTERFERÊNCIAS SOFRIDAS PELOS STRIGIFORMES BRASILEIROS
COM O DESENVOLVIMENTO HUMANO

Marc Alexandre Petroff;
Felipe Facklam;
Karina Pimentel;
Theelen Balestrin;
Kátia Boroni
Gabriela Mendes;
Marta Cardoso;
Yasmin Balzi


Associação Nacional para Pesquisa, Conservação e Preservação de Strigiformes
procorujas@yahoo.com.br


Foram necessárias pouco mais de duas décadas, para as corujas deixarem de ser caçadas por assassinos crédulos e se tornarem animais de estimação. Não importa o propósito, espécie, ambiente e situação, as corujas brasileiras sofrem com as ações antrópicas impostas pelo homem moderno, dificultando cada vez mais o desenvolvimento de seus hábitos, e funções naturais, pondo em risco a perpetuação natural das espécies.

Falconry + English = LOVE


How Falconry Shaped the English Language



Feeling hoodwinked or fed up? You can thank falconry for those particular turns of phrase. During the 16th century, a rather notable amateur falconer named William Shakespeare became enamored of the sport. The playwright loved training birds of prey so much that he began adding falconry references to his plays. And guess what? He successfully wrapped us all around his little finger. (See what we did there?)


Lanzamiento Revista sobre los búhos


Descargue la versión trilingüe de la revista (Español, inglés y portugués)  aquí:

Launching magazine about owls





Download the trilingual version
 (English, Spanish and Portuguese) here:

Lançamento Revista sobre as corujas


Olá pessoal,
Estou lançando hoje a primeira edição da revista digital gratuita do
Corujando por aí - educação ambiental.

A primeira edição é dedicada às corujas, estas aves magníficas que geram tanta curiosidade. Se vocês amam corujas, vão amar também esta revista! O link para o download está aqui em baixo.

https://www.slideshare.net/Katia_Boroni/revista-corujando-por-ai-maio-2017

Boa leitura!

Abraços,
Kátia Boroni.



Audição das corujas



Como funciona a audição das corujas?

(How Does An Owl's Hearing Work? - Super Powered Owls – BBC)
Tradução por Kátia Boroni (Diário de Falcoaria e Corujando por aí)


O inverno e a neve provocam uma redução na quantidade de comida, por isso a coruja de igreja (Tyto alba) é forçada a caçar durante o dia. E agora ela tem um competidor, um falcão quiriquiri (Falco sparverius). Esta é uma das desvantagens de caçar durante o dia,  e o que é pior, a neve a impede de ver a sua presa. Então como ela encontra a sua comida, quando ela se esconde de suas vistas?

A fome leva o falcão quiriquiri  (Falco sparverius) a se arriscar, mas a sua visão aguçada não significa nada nestas condições. Afortunadamente, a coruja de igreja (Tyto alba) tem outro “super poder”  a seu dispor: a sua audição! Voar às cegas não a impedirá de comer. Não é porque ela não pode ver a sua presa que ela não conseguirá localizá-la, mesmo sob a neve. O falcão percebeu que não tem o que é necessário para encontrar seu alimento.

Como funciona a incrível audição das corujas?  Algumas corujas tem tufos de penas, que não são orelhas apesar da sua aparência, elas servem mais para comunicarem o seu humor. Na verdade, a cara inteira da coruja foi desenhada para ouvir, sua face redonda tem o formato de um satélite, especificamente para detectar o som.  Linhas de penas macias canalizam o som para seus verdadeiros ouvidos, que estão escondidos ao lado da cabeça.

Algumas espécies de corujas tem um ouvido mais alto do que o outro. Esta adaptação única ajuda a coruja a captar a altura de onde o som vem, assim como a sua direção. Se o som chega no ouvido esquerdo antes de chegar ao direito, diz a coruja que o som vem de baixo. Em certas frequências, a audição de uma coruja é dez vezes mais apurada do que a nossa. Esta extraordinária habilidade permite que esta Coruja-lapónica (Strix nebulosa) localize sua presa, mesmo quando está escondida fora do seu campo de vista.

¿Cómo funciona la audición de las lechuzas?

(How Does An Owl's Hearing Work? - Super Powered Owls – BBC)
Traducido  por Kátia Boroni (Diário de Falcoaria e Corujando por aí)


El invierno y la nieve causan una reducción en la cantidad de alimento, por lo que la lechuza (Tyto alba) se ve obligada a cazar durante el día. Y ahora tiene un competidor, un halcón cernícalo americano (Falco sparverius). Esta es una de las desventajas de cazar durante el día, y lo peor, la nieve que la impide de ver a su presa. Por lo tanto, ¿cómo ella encontrará su comida cuando ella está oculta?

El hambre lleva el halcón cernícalo americano (Falco sparverius) al riesgo, pero su aguda vista no significa nada en estas condiciones. Afortunadamente, la lechuza (Tyto alba) tiene otro "súper poder" a su disposición: su audición. Volar a ciegas no impide su alimentación. No es porque ella no puede ver a su presa que no puede encontrarla, incluso en la nieve. El cernícalo se dio cuenta de que no tiene lo que se necesita para encontrar a su alimento en estas condiciones.

¿Cómo funciona la increíble audición de las lechuzas y búhos? Algunos búhos tienen penachos de plumas, que no son oídos a pesar de su apariencia, y que sirven más para comunicar su estado de ánimo. De hecho, toda la cara de la lechuza fue diseñada para escuchar, su cara redonda tiene la forma de un satélite, específicamente para detectar el sonido. Líneas de plumas suaves canalizan el sonido a los oídos verdaderos, que están ocultos al lado de la cabeza.

Algunas especies de lechuzas y búhos tienen un oído más alto que el otro. Esta adaptación única ayuda a la lechuza a percibir la altura de donde proviene el sonido, así como su dirección. Si el sonido llega al oído izquierdo antes de llegar al derecho, eso dice al búho que el sonido viene de abajo. A ciertas frecuencias, la audición de un búho es diez veces más precisa que la nuestra. Esta extraordinaria capacidad permite que este cárabo lapón  (Strix nebulosa) encuentre a sus presas, incluso cuando están ocultas fuera de su campo de visión.

4ª Edição Diário de Falcoaria







A quarta edição da Revista Diário de Falcoaria já está disponível para Download gratuito. Texto em Português, Inglês e Espanhol.

The forth edition of the Falconry Journal Magazine is available for free download. Text in English, Spanish and Portuguese.

La cuarta edición de la revista Diario de Cetreria está disponible para descarga gratuita. Texto en español, inglés y portugués.




Download em:







Obrigada pelas 2.000 curtidas na Fanpage




As vezes eu fico refletindo, aqui sentada na frente do computador lendo e escrevendo sobre a falcoaria, e sonhando com os lances nos campos que para mim ainda estão distantes demais. O que eu posso fazer para ajudar as aves de rapina? O que eu posso fazer para ajudar esta arte milenar chamada Falcoaria? Eu não sou bióloga ou veterinária, e nem trabalho com controle de fauna. Não voo falcões ou gaviões, nem vou ao campo todos os dias para pesquisar sobre eles. Mas daqui, do meu home office, da tela do meu computador eu faço a minha parte. Pode ser pequena, mas é feita com muito amor. Pode não chegar até um número tão grande de pessoas, mas atinge falcoeiros de todo o mundo, e leva as palavras dos falcoeiros entrevistados para lugares distantes. Mesmo um trabalho de formiguinha dá resultados, se você está lendo estas palavras com certeza isso prova que as palavras viajam e chegam longe...

Sim, eu vou sempre continuar o meu trabalho, sem muitos recursos mas com muito amor, dedicação e a certeza de que se todo mundo ajudasse como pode o mundo seria melhor para nós e para as aves. Porque todos os dias ao ver a minha coruja eu sei que eu preciso continuar neste caminho, que eu preciso fazer as pessoas entenderem a necessidade que temos de preservar as aves de rapina, que muitas vezes sofrem com preconceito e são mortas sem piedade. Que precisamos sim valorizar os falcoeiros pois a falcoaria não é apenas um esporte, é uma forma de salvar vidas humanas quando aliada ao controle de fauna em aeroportos e galpões, e salvar vidas das próprias aves de rapina já que muitos falcoeiros trabalham com a sua reabilitação.

Anseio por um dia em que as pessoas tenham mais oportunidade de ver estas aves magnificas voando na natureza, mas também na luva de um falcoeiro, para que possam ter seus corações tocados por estes seres alados que nos ensinam muito mais do que nós os ensinamos. Não se enganem, somos nós que mudamos ao convivermos com estas aves magnificas, somos nós quem nos tornamos melhores, mais humanos, mais preocupados com o meio ambiente. Elas transformam pessoas, vidas, mudam tudo ao seu redor. E nas suas asas nossas almas se elevam. E como eu caí de paraquedas nesta arte? Porque eu criei um site e estudei jornalismo digital para melhorá-lo a cada dia? 

A resposta é, e sempre será: Maktub.


Novidade!

International Owl Awareness Day

V ocês sabiam que hoje é uma data muito especial para as corujas? Hoje é o dia internacional da Consciência sobre as corujas, chamado em ing...