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Components of behavior in Birds of Prey I
We start today the series of studies on the components of behavior in Birds of Prey, according to Nick Fox, author of the book “Understanding the Bird of Prey”. Like and follow the page Diário de Falcoaria and follow our daily posts. See also on www.diariodefalcoaria.com
Falconry quote 24-06-2019
Falconry: An ancient art that continues to evolve.
Source: Golding, Philip. Falconry & Hawking: The Essential Handbook - Including Equipment, Training and Health . Blep Publishing. Edição do Kindle.
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Socializando um gavião asa de telha (Parabuteo unicinctus)
Para os Coulsons, a melhor forma de socializar um gavião asa de telha (Parabuteo unicinctus) é quando ele é criado pelos pais. Os gaviões asa de telha com dual imprint ou imprintados no estilo Crèche-rearing não aprendem a se socializarem como outros gaviões adequadamente. Os filhotes de gavião aprendem lições preciosas com seus pais:
- serem submissos em relação aos adultos, aprendendo assim a hierarquia.
- aprendem boas maneiras, como evitar colisões com outras aves, por exemplo.
Os adultos ensinam isso adotando uma postura de ameaça, utilizando a vocalização de alarme, e dando uma patada nos filhotes com a garra aberta.
Os Coulsons tem os seguintes objetivos primários de socialização e treinamento para os jovens parabuteos:
1) Imprint parental e não com humanos
2) Se sentir confortável na presença de humanos, sem sentir medo deles.
3) Aprender a ser submisso aos seus pais (adultos)
4) Aprender a conviver com seus irmãos (jovens)
5) Aprender quais comportamentos são propícios para começar uma briga entre os gaviões, afim de que saibam como evitá-las
6) Aprender os limites de seu espaço pessoal (relacionado ao nº5)
Leia mais em:
COULSON, Jennifer and Tom. The Harris’s Hawk Revolution. Parabuteo Publishing, 2012. Páginas 171-175 https://www.harrishawkrevolution.com/
Foto: Richard Simonsen
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Socializing a Harris Hawk (Parabuteo unicinctus)
For The Coulsons, the best way to socialize a Harris’s Hawk (Parabuteo unicinctus) is when it is raised by parents. Harris’s hawks with dual imprint or imprinted in the Crèche-rearing style do not learn to socialize with other hawks properly. The fledglings learn precious lessons from their parents:
- being submissive towards adults, thus learning the hierarchy.
- learning good manners, such as to avoid running into or crowding adults, for example.
Adults teach this by adopting a threatening posture, using the alarm calling, and footing the offspring with an open foot.
The Coulsons have the following primary socialization training goals for the young Harris’s hawks:
1) Imprint on Harris’s hawks and not with humans
2) Be comfortable in the presence of humans without being afraid of them.
3) Learn to be submissive to parents (adults)
4) Learn to get along with siblings (juveniles)
5) Learn what behaviors are likely to start a fight between the hawks, so that they know how to avoid them
6) Learn the boundaries of an individual’s space (related to # 5)
Read more at:
COULSON, Jennifer and Tom. The Harris's Hawk Revolution. Parabuteo Publishing, 2012. Pages 171-175 https://www.harrishawkrevolution.com/
Photo: Richard Simonsen
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Socializando a un gavilán acanelado (Parabuteo unicinctus)
Para los Coulsons, la mejor forma de socializar un gavión acanelado (Parabuteo unicinctus)
es cuando es creado por los padres. Los gavilanes con doble imprint o improntados en el estilo Crèche-rearing no aprenden a socializarse como otros gavilanes adecuadamente. Los jóvenes gavilanes aprenden lecciones preciosas con sus padres:
- ser sumisos en relación a los adultos, aprendiendo así la jerarquía.
- aprenden buenas maneras, como evitar colisiones con otras aves, por ejemplo.
Los adultos enseñan esto adoptando una postura de amenaza, utilizando la vocalización de alarma, y dando una patada en los jóvenes con la garra abierta.
Los Coulsons tienen los siguientes objetivos primarios de socialización y entrenamiento para los jóvenes gavilanes acanelados:
1) Impronta parental y no con humanos
2) Que se sientan cómodos en la presencia de humanos, sin sentir miedo de ellos.
3) Aprender a ser sumiso a sus padres (adultos)
4) Aprender a convivir con sus hermanos (jóvenes)
5) Aprender qué comportamientos son propicios para comenzar una pelea entre los gavilanes, a fin de que sepan cómo evitarlas.
6) Aprender los límites de su espacio personal (relacionado al n. 5)
Leer más en:
COULSON, Jennifer and Tom. The Harris’s Hawk Revolution. Parabuteo Publishing, 2012. p. 171-175 https://www.harrishawkrevolution.com/
Foto: Richard Simonsen
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Cetrería en Grecia
No se olviden de visitar el sitio de Diário de Falcoaria donde hay entrevistas con cetreros importantes de Brasil y de todo el mundo, revistas digitales gratuitas y muchos artículos sobre cetrería, aves de presa y educación ambiental, todos por supuesto en tres idiomas, portugués, inglés y español.
Falconry in Greece
Visit the website Diário de Falcoaria, where you can find interviews with important falconers from Brazil and all over the world, free digital magazines and many articles on falconry, birds of prey and environmental education, everything in three languages, Portuguese, English and Spanish.
Falcoaria na Grécia
E não deixem visitar o site do diário de falcoaria, onde vocês encontram entrevistas com importantes falcoeiros do Brasil e do exterior, revistas digitais gratuitas e muitas matérias sobre falcoaria, aves de rapina e educação ambiental, tudo é claro em três idiomas, português, inglês e espanhol.
Um grande abraço e até os próximos vídeos.
5th issue of the magazine Falconry Journal
Great news!!
The 5th issue of the free digital magazine Falconry Journal is already available for download in the website www.diariodefalcoaria.com
The magazine is in English, and in the website you can also download it in the Portuguese and soon in the Spanish edition. In this new issue we have special articles and interviews about falconry in China and Peru, and also interviews with birdwatchers that talk about birds of prey in Brazil. Enjoy your reading!
#falconryjournalmagazine #falconrymagazine #diariodefalcoaria #revistadiariodefalcoaria #falconry #cetreria #avesderapina #birdsofprey #birdwatching #journalism #digitaljournalism #jornalismodigital
TBT Andrew Knowles Brown
#TBT de hoje relembra a entrevista com um importante falcoeiro, e o maior reprodutor de águias do mundo. Andrew Knowles- Brown conseguiu a proeza de reproduzir as primeiras águias douradas por inseminação artificial fora de um laboratório, em sua fazenda na Escócia. Leia a entrevista completa no link:
https://www.diariodefalcoaria.com/single-post/2015/11/23/Entrevista-Interview-Andrew-Knowles-Brown
E já saiu a 5ª Edição da Revista digital gratuita do Diário de Falcoaria
https://docs.wixstatic.com/ugd/a979fa_d7269feea3bf44d99d4c3648153bda32.pdf
#tbt #tbtdiariodefalcoaria #tbtfalconryjorunal #tbtdiariodecetreria #tbtfalconry#tbtcetreria #tbtfalcoaria #tbthrusday #tbtinterviews #diariodefalcoaria#jornalismoespecializado #falconryreporter #journalist #falconry #cetrería#falcoaria #avesderapina #birdsofprey #eagles #aquilas #águias #goldeneagle #aguilareal #águiadourada
#TBT today recalls the interview with a very important falconer, and also the world's greatest eagle breeder. Andrew Knowles- Brown managed the feat of breeding the first golden eagles by artificial insemination outside of a laboratory at his farm in Scotland. https://www.diariodefalcoaria.com/single-post/2015/11/23/Entrevista-Interview-Andrew-Knowles-Brown
#TBT de hoy recuerda la entrevista con un importante cetrero, y el mayor reproductor de águilas del mundo. Andrew Knowles- Brown logró la hazaña de reproducir las primeras águilas reales por inseminación artificial fuera de un laboratorio en su hacienda en Escocia . https://www.diariodefalcoaria.com/single-post/2015/11/23/Entrevista-Interview-Andrew-Knowles-Brown
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Lure com águia dourada
Treinamento da águia dourada Tyga, no Paraguai, com uma temperatura de 37 graus. O vídeo mostra o seu melhor voo até agora, a caminhonete seguia em uma velocidade de 65km/h, ela sai atrasada e perdendo tempo fazendo um semi-círculo, mas alcança o lure com muita potencia e energia. Vídeo de Raptor Paraguay, obrigada a Tatiana Maria Rivarola Quevedo e Raul German Palacios Princigalli.
Entrenamiento del águila real Tyga, en Paraguay, en una temperatura de 37 grados. Es su mejor vuelo hasta ahora, la camioneta iba a una velocidad de 65 km/h ella sale retrasada y perdiendo tiempo haciendo un semicírculo pero le alcanza al señuelo con mucha potencia y sobrada. Video de Raptor Paraguay, gracias a Tatiana Maria Rivola y Raul German
Training of the golden eagle Tyga, in Paraguay, with a temperature of 37 degrees. The video shows her best flight so far, the truck was at a speed of 65km/h, she is late and wasting time doing a semi-circle, but she reaches the lure with a lot of power and energy. Video of Raptor Paraguay, thanks to Tatiana Maria Rivola and Raul German.
3# Temperamento individual e memória
Na série Falcoaria: Aprendendo com os mestres, hoje veremos a questão do Temperamento Individual e memória das aves de rapina, segundo Nick Fox. Se inscrevam no canal do Diário de Falcoaria no youtube, para acompanharem a série de vídeos de estudo das grandes obras de referência da Falcoaria.
Visitem o site www.diariodefalcoaria.com
#2 - Imprint segundo Nick Fox
Olá amigos,
O segundo vídeo da Série “Aprendendo com os mestres da Falcoaria Mundial” é sobre o Imprint. Vamos ver como Nick Fox define o imprint no seu livro.
Se inscrevam no canal no youtube e recebam uma notificação sempre que eu postar um vídeo novo!!
https://www.youtube.com/diariodefalcoaria/?sub_confirmation=1
E terça que vem tem mais um vídeo da série de estudos!
Um grande abraço, e bons voos!
Kátia Boroni.
Nova série de estudos
Olá amigos!
Hoje tenho uma novidade incrível! No canal do Diário de Falcoaria no youtube estou começando uma série de vídeos de estudo, onde vou ler trechos importantes de grandes obras de referência da Falcoaria Mundial. Para começar temos o livro "Understanding the Bird of Prey" de Nick Fox. No Primeiro vídeo temos a importância do estudo da Biologia das aves de rapina, e o dimorfismo sexual dos rapinantes. E toda terça-feira teremos um novo vídeo, e além deste livro vamos estudar outras obras também! Se inscrevam no canal para acompanharem todas as novidades!!
Um grande abraço e bons voos!
Kátia Boroni.
Falcoaria e esculturas

Brandon nasceu originalmente em Bangkok, Tailândia, cresceu no Havaí e viveu no sul da Califórnia, onde aprendeu sobre a falcoaria. Ele trabalhou como tatuador por muitos anos, depois ele mudou para fotografia de vida selvagem e agora ele viaja e esculpe para ganhar a vida. Ele tem sido um falcoeiro por mais de 20 anos até agora.

Como foi seu início na falcoaria?
Eu tive a sorte de ter aprendido Falcoaria no sul da Califórnia, onde um grupo de alguns dos melhores e mais famosos falcoeiros do mundo viveram e se uniram para voar e comparar suas notas. Era um monte de falcoeiros da velha escola, como Joe Salem, Chris Allen, Dave Salem, Dave Cherry, Bob Helsom, Lance ... Mark e Tony Robertson, Steve Chindgren, Steve Martin, e Eloy Carlin, etc, e através deles e de outros falcoeiros que nos visitaram, como Pete Watsky, um dos melhores fabricantes de capuz até hoje, eu aprendi muito. Eles me transmitiram muito conhecimento adquirido ao longo de suas vidas, e compartilharam suas habilidades e experiências comigo em um período muito curto de tempo. Eu fiquei muito feliz por estar lá nessa época e aprender com esses caras.

Quais aves você já voou? Qual foi o seu maior desafio?
Eu tive aves tão exóticas como Falconetes de coxas pretas (Microhierax fringillarius) e águia-serpentária-de-crista (Spilornis cheela), águia-marinha-de-steller (Haliaeetus pelagicus) em Bangkok, até falcões quiriquiris (Falco sparverius), esmerilhões (Falco columbarius), tanoeiros (Accipiter cooperii), falcões Tagaroti ou Barbary (Falco pelegrinoides), cruzamentos de falcões Gyr (Falco rusticolus), peregrinos puros, Gaviões asa de telha (Parabuteo unicinctus), Gaviões miúdos (Accipiter striatus) e corujas. Sempre houve um desafio em cada ave que eu tive, desde um manejo adequado, alimentação e introduzi-los à caça. O gavião miúdo foi provavelmente um dos mais difíceis, porque eu o peguei quando ele tinha apenas 3 dias de idade, e ele precisava de supervisão 24 horas por dia, mas acabou se tornando um dos meus favoritos. Mas o mais difícil são sempre os Falcões do Tanoeiro passageiros (Accipiter cooperii), eu acho que eu os amo já que eles são um grande desafio.
Qual ave você gostaria de voar no futuro?
Eu ainda realmente gosto tanto de capturar quanto de voar e treinar, então qualquer uma das aves selvagens capturadas que são bastante difíceis como os falcões das pradarias (Falco mexicanus) , falcão do tanoeiro (Accipiter cooperii), gavião-miúdo (Accipiter striatus), e esmerilhão (Falco columbarius) . Eu adoraria voar um falcão cauré (Falco rufigularis) algum dia.
Como você começou a fazer esculturas de aves de rapina?
Eu tinha começado realmente fazendo um monte de fotografias de Falcoaria, e um pouco de arte, e não foi até recentemente que um grande amigo meu, Joe Salem, que é também um escultor, me desafiou para começar a fazê-lo. Eu faço outras esculturas também, mas sou provavelmente mais conhecido pelas minhas esculturas de pássaros e aves de rapina.

Qual é o maior desafio ao esculpir rapinantes?
Para mim, o maior desafio é a autocrítica. Mesmo que alguns trabalhos saiam bem e talvez todo mundo adore, eu ainda posso não ficar satisfeito com eles, porque eu sei que não são tão precisos nos detalhes como seria de se esperar. Sendo um naturalista, um falcoeiro e um fotógrafo, eu quero que seja o mais preciso possível. A coisa mais difícil é que eu estou bem conhecido pelas minhas poses de voo dinâmicas, e não há muitas referências fotográficas para elas, porque muitos voos ou são distantes demais para fotografar ou acontecem rápido demais. Então eu tenho que usar meus muitos anos de experiência de ver as aves voando, para tentar capturar esse momento que tira o fôlego de todos os falcoeiros.

Como uma pessoa pode comprar suas esculturas?
Minhas esculturas podem ser encomendadas pessoalmente, ou o cliente pode me enviar uma mensagem, ou dar uma olhada em certas galerias. Eles podem sempre me contatar diretamente e ver qual fundação ou instituição está leiloando meu trabalho, para ajudar a levantar fundos para a sua caridade, e comprá-los através desta instituição de caridade específica. Mas um cliente pode sempre me contatar diretamente através do Facebook ou pelo telefone 770-568-0142 (EUA) e ver se tenho tempo para fazer uma peça para ele. Eu só pego 3 ou 4 novos projetos por ano, devido ao trabalho que eu já estou fazendo para outros clientes.

Como você avalia a importância de projetos de educação ambiental atualmente?
Eu acredito que é da maior importância, porque sem educação não haverá compreensão da importância que o meio ambiente tem, e como isso nos afeta diretamente, e como isso irá afetar as gerações futuras. Nós, como falcoeiros e esportistas ao ar livre já vimos o impacto da mudança, quer seja através do desaparecimento de bons campos de caça de longa data, ou um rápido declínio das aves e de presas ano após ano. Eu sei de muitos falcoeiros que se mudaram para encontrar melhores áreas, e terreno com presa mais abundante para caçar.
Quais são seus planos para o futuro?
Eu quero ser uma parte da solução e mudança. Quero trabalhar em conjunto com o maior número de projetos de conservação, instituições de caridade e “fundraisers” (captadores de recursos), para ajudá-los em sua luta pelo futuro e modo de vida de todos. Eu me vejo viajando e trazendo consciência, através do meu trabalho, ao maior número de pessoas e países que eu puder em um futuro próximo.

Brandon was born originally in Bangkok, Thailand, grew up in Hawaii and lived in Southern California, where he learned about Falconry. He worked as a tattoo artist for many years, then he switched to wildlife photography and now he travels and sculpts for a living. He has been a falconer for more than 20 years so far.

How was your start in falconry?
I was fortunate enough to have learned Falconry in Southern California, where a group of some of the best and most well know Falconers in the world lived and came together to fly and compare notes. It was a lot of the old school guys, like Joe Salem, Chris Allen, Dave salem, Dave Cherry, Bob Helsom, Lance... Mark and Tony Robertson, Steve Chindgren, Steve Martin, and Eloy Carlin, etc and through them and other falconers that have visited, like Pete Watsky, one of the best hood makers even today, I learned a lot. They imparted many lifetimes of skill and experience and knowledge to me in a very short period of time. I was most fortunate to have been around and learned from these guys.
Which birds have you already flown? What was your biggest challenge?
I have had birds as exotic as black-thighed falconet (Microhierax fringillarius), and crested serpent hawks (Spilornis cheela), and sea eagles (Haliaeetus pelagicus), in Bangkok, to kestrels, merlins, coopers, barbary falcons, gyr crosses, pure peregrine, Harris hawks, Sharpies, and owls. There is always a challenge in very bird I have owned, to properly maintaining, feeding and getting them to hunt. The musket sharpie was probably one of the most challenging, because I had pulled it when it was only 3 days old, and it needed 24 hour around the clock supervision, but it turned out to be one of my favorites. But the most difficult are always the passage Coppers Hawk, I think I love them because they are such a challenge.

Which bird would you like to fly in the future?
I still really enjoy trapping as much as flying and training, so any of the wild trapped birds that are fairly difficult like prairies falcons, coopers, sharpies, and merlins. I would love to fly a bat falcon someday.
How did you start making raptors sculptures?
I had started actually doing a lot of Falconry photography, and some art, and it wasn't until recently that a very good friend of mine Joe Salem who is also a sculptor, challenged me to start doing it. I do other sculptures as well, but I am probably better known for my Bird and Raptor Sculptures.
What is the most challenging thing about sculpting raptors?
For me the most challenging is self-criticism. Even though some work comes out okay and maybe everyone loves it, I still cannot be happy with it, because I know it is not as accurate in the details as I would expect. Being a Naturalist, a falconer, and a photographer, I want it to be as accurate as possible. The most difficult thing is that I am well known for my dynamic flight poses, and there are not very many photographic references for these, because a lot of flights are either too far to photograph or happen too quickly. So I have to use my many years of experience from seeing the birds flying, to try to capture that moment that all falconers hold their breathes for.
How can a person buy one of your sculptures?
My sculptures can either be commissioned privately, or a client can message me, or keep a look out at certain galleries. They can always contact me directly and see what conservation or foundation is auctioning off my work, to help raise funds for their charity, and purchase them through that specific charity. But a client can always contact me directly through Facebook or USA calling code 770-568-0142 and see if I have the time to do a piece for him. I can only take 3 or 4 new projects a year, due to the work I am already doing for other clients.

How do you evaluate the importance of environmental education projects nowadays?
I believe that it is of the utmost importance, because without education, there can be no understanding of how important the environment is, and how it affects us directly, and how it will affect future generations. We as Falconers, and Outdoor Sportsman have already seen the impact of change, either through the disappearance of long time good hunting fields, to a rapid decline of birds and game being found year after year. I know many Falconers who have moved away to find better areas and land, with more abundant game to hunt.
What are your aims for the future?
I want to be a part of the solution and change. I want to work together with as many conservation, charities and fundraisers, to help them with their fight for everyone’s future and way of life. I see myself traveling and bringing awareness, through my work to as many people and countries as I can in the near future.

Brandon nació originalmente en Bangkok, Tailandia, creció en Hawái y vivió en el sur de California, donde aprendió sobre la cetrería. Trabajó como un artista de tatuajes por muchos años, después trabajó como fotógrafo de vida salvaje, y ahora viaja y esculpe para ganarse la vida. Ha sido un cetrero por más de 20 años hasta ahora.
¿Cómo fue su inicio en la cetrería?
Yo tuve la suerte de haber aprendido cetrería en el sur de California, donde un grupo de algunos de los mejores y más bien conocidos cetreros del mundo vivieron y se unieron para volar y comparar notas. Era un montón de cetreros expertos, como Joe Salem, Chris Allen, Dave Salem, Dave Cherry, Bob Helsom, Lance ... Marcos y Tony Robertson, Steve Chindgren, Steve Martin, y Eloy Carlin, etc, y a través de ellos y de otros cetreros que nos visitaron como Pete Watsky, uno de los mejores fabricantes de caperuzas hasta hoy, yo aprendí mucho. Ellos compartieron una vida de experiencia, habilidad y conocimiento conmigo en un período muy corto de tiempo. Yo fui más que afortunado de haber estado alrededor y aprendido con ellos.
¿Qué aves ya has volado? ¿Cuál fue tu mayor reto?
He tenido aves exóticas como Falconete Indonesio (Microhierax fringillarius), y Culebrera Chiíla (Spilornis cheela), y Pigargo Gigante (Haliaeetus pelagicus), en Bangkok, a cernícalos (Falco sparverius), esmerejones (Falco columbarius), Gavilanes de Cooper (Accipiter cooperii), halcones tagarotes (Falco pelegrinoides), cruzamentos de gerifaltes (Falco rusticolus), peregrinos puros, Aguillas de Harris (Parabuteo unicinctus), Gavilanes americanos (Accipiter striatus) y búhos. Siempre hubo un reto en cada ave que he tenido, desde un manejo adecuado, la alimentación y conseguir que cacen. El gavilán común fue probablemente uno de los más difíciles, porque lo había retirado cuando tenía sólo 3 días de edad, y él necesitó de supervisión 24 horas por día, pero resultó ser uno de mis favoritos. Pero los más difíciles son siempre los Gavilanes de Cooper pasajeros (Accipiter cooperii), creo que los amo porque son un desafío.

¿Cuál ave te gustarías volar en el futuro?
Todavía disfruto atrapar tanto como volar y entrenar, por lo que cualquier de las aves salvajes atrapadas que son bastante difíciles como los halcónes mexicanos (Falco mexicanus) , gavilán de Cooper (Accipiter cooperii) , gavilán americano (Accipiter striatus) y esmerejones (Falco columbarius). Me encantaría volar un halcón murciélago (Falco rufigularis) algún día.
¿Cómo empezaste a hacer esculturas de aves de presa?
En realidad yo había a hacer un montón de fotografía de cetrería, y un poco de arte, y no fue hasta hace poco que un muy buen amigo mío Joe Salem, que también es escultor, me desafió a empezar a hacerlo. Hago otras esculturas también, pero yo soy probablemente más bien conocido por mis esculturas de pájaros y aves de presa.
¿Cuál es el mayor reto al esculpir rapaces?
Para mí lo más difícil es la autocrítica. A pesar de que algunos trabajos salgan bien y tal vez a todo el mundo les encante, todavía no puedo quedarme satisfecho con ellos, porque sé que no son tan precisos en los detalles como esperaba. Al ser un naturalista, un cetrero y un fotógrafo, yo quiero que sea lo más preciso posible. Lo más difícil es que yo soy conocido por mis poses dinámicas de vuelo, y no hay muchas referencias fotográficas para ellas, porque muchos de los vuelos son o bien demasiado lejos para poder fotografiar o suceden demasiado rápido. Así que tengo que usar mis muchos años de experiencia de ver los pájaros volando, para tratar de capturar ese momento que encanta a todos los cetreros.

¿Cómo una persona puede comprar una de tus esculturas?
Mis esculturas pueden ser encomendadas personalmente, o un cliente puede enviarme un mensaje, o mirar en ciertas galerías. Ellos siempre pueden ponerse en contacto conmigo directamente y ver que fundación o institución está subastando mi trabajo, para ayudar a recaudar fondos para su caridad, y comprar a través de la institución específica. Pero todos los días un cliente puede ponerse en contacto conmigo directamente a través de Facebook o llamando al 770-568-0142 (EE.UU) y ver si tengo tiempo para hacer una pieza para él. Sólo puedo hacer 3 o 4 nuevos proyectos al año, debido al trabajo que ya estoy haciendo para otros clientes.
¿Cómo valoras la importancia de los proyectos de educación ambiental hoy en día?
Creo que es de la mayor importancia, porque sin educación, no habrá comprensión de cómo el medio ambiente es importante, y como él nos afecta directamente, y cómo afectará a las generaciones futuras. Nosotros, como cetreros, y deportistas al aire libre ya hemos visto el impacto del cambio, ya sea a través de la desaparición de los buenos campos de caza antiguos, a una rápida disminución de las aves y presas año tras año. Sé de muchos cetreros que se han cambiado para encontrar mejores zonas y campos con presas más abundantes para cazar.
¿Cuáles son tus planes para el futuro?
Quiero ser parte de la solución y del cambio. Quiero trabajar en conjunto con el mayor número de proyectos de conservación, organizaciones benéficas y eventos para recaudar fondos, para ayudarles en su lucha por el futuro y forma de vida de todos nosotros. Me veo viajando y concientizando, a través de mi trabajo, a tantas personas y países como pueda en un futuro próximo.
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