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International Owl Awareness Day

V
ocês sabiam que hoje é uma data muito especial para as corujas?


Hoje é o dia internacional da Consciência sobre as corujas, chamado em inglês de “International Owl Awareness Day”. Neste dia todos os que trabalham com corujas ensinam sobre a sua importância para o equilíbrio ecológico. E é claro que o Corujando por aí não poderia ficar de fora desta comemoração, não é mesmo?


Desde 2016 o Corujando por aí traz conteúdo gratuito e em três idiomas sobre as corujas, para que as pessoas deixem de acreditar em lendas urbanas e passem a ver as corujas como suas amigas, e não como suas inimigas.


Para aprender mais sobre estas aves noturnas incríveis, é só baixar nossas 3 edições da revista Corujando por aí, no link abaixo: www.diariodefalcoaria.com/ebooks

Bicadinhas das nossas corujas Sophia, Thot, Laskhmi, Verbena e Osíris!

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Coruja de Igreja Thot voando no seu recinto



Minha coruja de igreja Thot, proveniente do Criatório Enfalco, voando no seu recinto. 
Sigam:

My barn owl Thot, from the breeding center Enfalco, flying in his mews. Mi lechuza de los campanários Thot, del centro de cría Enfalco, volando en su recinto. 

Corujas: Poleiro e atrelamento




Olá pessoal! Começando uma nova série de vídeos sobre aves de rapina chamada “Noções básicas”. Nosso primeiro vídeo é sobre poleiro e atrelamento para corujas. Não se esqueçam de se inscreverem nos nossos canais no youtube, toda sexta teremos um novo vídeo (por causa do feriado esta semana foi no sábado). Abraços!


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Coruja não é bruxa!


Coruja não é Bruxa: Não confunda Fantasia com Realidade. Campanha de Educação Ambiental das páginas Corujando e Diário – ANO III – Outubro 2018 



Mais uma vez aproveitamos a proximidade com o Halloween e o Dia dos Mortos para alertar a todos sobre a importância de se acabar com o preconceito contra as corujas. Infelizmente no Brasil e em vários países do mundo, até hoje as corujas são vistas por alguns como portadoras de mau agouro, bruxas, e até mesmo morte. A espécie Coruja de igreja (Tyto alba) é a espécie de coruja mais afetada pelas lendas e crendices populares, por conta do seu som que lembra um grito agudo. Corujas, gato preto, morcegos, nenhum destes animais causa a morte! Eles também merecem o nosso respeito e proteção! Vamos festejar o Halloween e o dia dos mortos com muitas corujinhas de decoração, simbolizando festa e alegria! Compartilhem, curtam, comentem! Vamos juntos acabar com este preconceito! 














E para aprenderem mais sobre as corujas, leia a reportagem sobre o ano da coruja de igreja: 


Download gratuito das revistas Corujando por aí 



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Dimorfismo sexual nas corujas de igreja


Dimorfismo sexual nas corujas de igreja (Tyto furcata).



Os machos da espécie suindara são mais brancos do que as fêmeas, sendo que também são menores. As fêmeas são maiores e com tonalidade mais dourada do que os machos. Apesar do dimorfismo existir de forma perceptível na espécie coruja de igreja, o exame de sexagem é essencial para se saber ao certo o sexo da ave, já que existem exemplares com tonalidade não tão marcada e portanto passível de dúvidas. Na foto à esquerda Thot, macho com 1 ano de idade, e à direita Laskhmi, fêmea com 4 meses de idade, durante evento na ANSEF.

*Corujas provenientes do criatório legalizado ENFALCO.

Sexual dimorphism in barn owls (Tyto furcata) in Brazil.

The males of the species barn owl (Tyto furcate) are whiter than the females, and they are also smaller. Females are larger and darker than males. Although dimorphism exists perceptibly in this owl species, the sexing test is essential to know for sure the sex of the bird, since there are birds whose color is not so marked and therefore doubtful. In the photo on the left Tot, a one-year-old male , and Laskhmi on theright, a 4-month-old female, during an event at ANSEF.

* The owls are from the legalized breeding center ENFALCO in Brazil.

Dimorfismo sexual en las lechuzas comúnes (Tyto furcata) en Brasil.


Los machos de la especie lechuza de los campanarios (Tyto furcata) son más blancos que las hembras, siendo que también son menores. Las hembras son más grandes y con un tono más oscuro que los machos. A pesar de que el dimorfismo existe de forma perceptible en esta especie, el examen de sexaje es esencial para saber con certeza el sexo del ave, ya que existen ejemplares con tonalidad no tan marcada y por lo tanto susceptibles de dudas. En la foto a la izquierda Thot, macho de 1 año de edad, y a la derecha Laskhmi, hembra de 4 meses de edad, durante un evento en la ANSEF.

* Lechuzas procedentes del centro de cría Brasileño legalizado ENFALCO.

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Coruja-Lapónica (Strix nebulosa)




A Coruja-lapónica (Strix nebulosa) ou coruja-cinzenta é uma grande coruja cinza com plumagem densa e fofa, asas compridas e cauda, ​​e uma cabeça grande sem tufos de orelha. O nome da espécie nebulosa é derivado do latim Nebulosus, que significa neblina ou neblina. Esta coruja é a ave símbolo da província de Manitoba, no Canadá.

Tamanho: Comprimento 61-84cm. Comprimento da asa 387-483mm. Envergadura até 152cm. Comprimento da cauda 285-347mm. Peso 790-1454g. As fêmeas são maiores e mais pesadas que os machos.


Hábitos: A coruja cinzenta é mais ativa à noite, mas também ao entardecer e pouco antes do amanhecer; às vezes é ativa durante o dia na época de reprodução.


Caça e presas: A Coruja-cinzenta caça principalmente durante o início da manhã e no final da tarde, especialmente durante o inverno, mas também caça durante outras horas do dia e à noite. Embora seja uma coruja muito grande, pequenos roedores são a sua presa principal (80 a 90% da dieta), com camundongos sendo o alimento mais importante no Alasca, Canadá e Oregon. Os Geomyidae (geomiídeos ou pocket gophers em inglês) são o alimento mais importante na Califórnia. Outros mamíferos caçados incluem ratos, camundongos, esquilos, coelhos, toupeiras e doninhas. Aves raramente são capturadas.




Imagens: Wikimedia Commons

Feito pela jornalista Kátia Boroni para os sites:



2018 El año de la Lechuza

Texto: 20 cosas que (quizá) no sabías sobre el Ave del Año, la lechuza
Publicado el 02/01/2018 por SEO/BirdLife y traducido y adaptado por Kátia Boroni.


El ave del año: La lechuza común



La lechuza es el Ave del Año de 2018. Así lo han elegido los participantes en la votación popular organizada por SEO/BirdLife. Durante 2018, la ONG ambiental realizará acciones de concienciación y conservación sobre esta especie que, en la última década, ha perdido al 13% de sus ejemplares. En algunos puntos de la península, de hecho, la caída llega al 50%. Aunque conocida entre la ciudadanía, hoy el Ave del Año sigue guardando secreto y curiosidades. Estas son 22 cosas que (quizá) no sabías sobre ella. 


¿Cuánto mide? Entre 32 y 40 centímetros de altura. Más o menos lo que mide un periódico en España.

¿Cuánto pesa? Alrededor de medio kilo, entre 430 y 620 gramos.

¿Dónde se pueden observar? La lechuza común se extiende por casi todo el mundo. Solo falta en regiones muy frías (por ejemplo, el Ártico) y en puntos desérticos o excesivamente áridos. Tampoco se la puede ver en algunas islas del Pacífico, en casi toda Indonesia o al norte de los Himalayas. Está presente en Europa, excepto Escandinavia e Islandia . De hecho, es la única especie de la familia Tytonidae -titónidos- presente en Europa.

¿Todas las lechuza son iguales? Las lechuzas conforman una familia de aves, los Tytonidae, con muy pocas especies (se estima que 16). De todas las especies, la más abundante es la lechuza común o Tyto alba pero, ojo, hay descritas 46 subespecies de Tyto alba, y algunas son candidatas a convertirse en especies por tener diferencias significativas.

¿Cuántos tipos de lechuza hay en España? Lógicamente, la subespecie más extendida en España es la Tyto alba, la lechuza común, presente en toda la península, Baleares, Ceuta y Melilla, y en las islas canarias occidentales. La subespecie gracilirostris -la lechuza majorera- está presente en Fuerteventura, Lanzarote y Alegranza. Por último se puede ver a la subespecie guttata, más oscura, que suele comportarse como invernante y que procede del este y centro de Europa.  

¿Las lechuzas son búhos? Los búhos, las lechuzas, los mochuelos, los autillos o los cárabos pertenecen al mismo orden de aves, los estrigtiformes o rapaces nocturnas. Este orden se divide en dos familias, los titónidos o lechuzas; y los estrígidos (Strigidae), que incluye al resto. Así que no, las lechuzas no son búhos. La confusión viene del inglés, donde todas las rapaces nocturnas se denominan owl(por ejemplo, lechuza es barn owl o búho de granero. El cárabo uralense es Ural owl).



(*) El servicio postal de la saga de Harry Potter no solo está basado en lechuzas sino en toda clase de rapaces nocturnas. De hecho, la ‘lechuza’ del mago más famoso del siglo XXI, Hedwig, es en realidad un búho nival.


¿Y en qué se diferencian las lechuzas de los búhos? Depende de la especie. Si hablamos de búho real, el más común en la península, la diferencias fundamentales están en los ojos -amarillos en el caso del búho, negros en el caso de la lechuza-, y en que el búho es de mayor envergadura. El búho real no tiene disco facial tan marcado y presenta unas plumas a ambos lados de su cabeza (los penachos). Por cierto, aunque lo parezca, los penachos no son orejas.

¿Cómo escuchan las lechuzas? Con la oreja en la cara. Las lechuzas son conocidas por su prodigioso sentido del oído y si éste tiene un elemento característico es su disco facial. Además de cumplir con las típicas funciones de una cara, el disco actúa como una suerte de antena parabólica que capta y distribuye el sonido hacia los dos oídos del ave, convenientemente escondidos a ambos lados de la cara. Por así decirlo, la cara de la lechuza es una gran oreja parabólica.

(*) La lechuza tiene los oídos a diferente altura. De esta manera, y en combinación con su disco facial, es capaz de triangular la posición de algo en función del sonido. Este fenómeno se llama ecolocalización.

¿Cómo ven las lechuzas? A diferencia de la mayoría de las aves, los ojos de la lechuza están en posición frontal: así pueden calcular la profundidad y observar la realidad en tres dimensiones. Para poder ver lateralmente, su cuello les permite girar la cabeza 180 grados a cada lado. Su vista tiene casi el doble de sensibilidad a la luz que la del ser humano y nota todo lo que se mueve así que, para despistarla, lo mejor es permanecer completamente quieto. Sus ojos también funcionan bien a la luz del día pero los destellos repentinos -por ejemplo, de coches- pueden cegar su vista momentáneamente.

¿Cómo vuelan las lechuzas? En silencio. Sus plumas tienen una estructura especial que permite que la fricción con el aire sea amortiguada. Así pueden jugar con el efecto sorpresa a la hora de cazar. Son, además, especialistas en volar lento, lo cual les permite localizar mejor a sus presas.



¿Cómo comen las lechuzas? Son carnívoras y suelen alimentarse de pequeños mamíferos como los ratones o topillos. Por eso, en muchos países europeos, se han considerado aliadas de la gente del campo.  De hecho, existen y auténticas redes de postes y de cajas nido para permitir que las lechuzas coman los ratones que afectan a los cultivos. Incluso existen graneros adaptados para que aniden. Engullen a sus presas por completo pero no digieren ni la piel, ni el pelo ni los esqueletos. Este tipo de desechos son regurgitados posteriormente en una bola conocida como egrapópila. Si te encuentras una especie de bola y huesos oscura y poco brillante, es que hay una lechuza por la zona.



¿Cómo duermen las lechuzas? Como todas las rapaces, de pie. Suelen hacerlo, lógicamente, durante el día. Son más activas al amanecer y al atardecer.

¿Migran las lechuzas? Las residentes en España no, aunque en invierno hay llegada de lechuzas europeas. En cualquier caso, y por lo general, las lechuzas son sedentarias y muy cosmopolitas. No en vano, se la conoce como lechuza de campanario en muchos sitios (y no nos olvidemos de que en inglés se denomina búho de granero).


¿Dónde viven? Las lechuzas viven en territorios que, en invierno, llegan a abarcar unas 5.000 hectáreas (o unos 7.000 campos de fútbol). En verano, suelen reducirlo a 350 hectáreas. Siempre es el mismo. Como mínimo, cada área de acción cuenta con un nido, un par de sitios dormir posada y un número indeterminado de lugares para visitar de forma ocasional. Los territorios no son necesariamente circulares, pueden adoptar casi cualquier forma y, al pasar toda su vida en ellos, las lechuzas se los aprenden al dedillo: memorizan los mejores sitios para cazar, las mejores rutas de vuelo, el mejor lugar para anidar…

¿Y dónde anidan? No construyen nidos. Son cavernícolas y  aprovechan todo tipo de oquedades, ubicados sobre todo en edificios de entornos rurales. Por algo se les llama lechuzas de campanario o, en inglés, búhos de granero. No es que tengan querencia por estos dos tipos de construcciones pero son las que mejor les proveen de lo que necesitan: un refugio donde se sentirse seguras y protegidas de la lluvia y del viento, y altura. Las lechuzas suelen preferir lugares a la menos tres metros sobre el suelo.  

¿Qué clima prefieren? Son sedentarias así que se adaptan a las variaciones climáticas. Cuando mayores problemas tienen es en invierno, debido a la escasez de comida y a la necesidad de mayor aporte energético que tienen. Tampoco les viene bien un exceso de lluvia, sobre todo en época de cría. Como tantas otras especies, los episodios de clima extremo que lleva aparejado el calentamiento global hacen mella en su superviviencia.


¿Cuánto viven? Se estima que la media es de cuatro años pero lo cierto es que existen registros de lechuzas con 15, 17 e incluso 25 años de edad. Esta media tan corta se debe a que la mortalidad en el primer año es amplia y el ser humano no está poniendo fáciles las cosas.

¿Son fieles las lechuzas? Son increíblemente fieles a su pareja y al territorio donde se asientan (todo lo que se puede, claro). Eso no significa que no compartan zona con otras parejas o individuos. No suelen ser muy territoriales.

¿Se pueden diferenciar los machos de las hembras? El elemento más distintivo es que la mayoría de las hembras presentan unas pequeñas pecas marrones en el pecho mientras que, en los machos, suele ser completamente blanco.



¿Cómo es su canto? En realidad, manifiestan una gran variedad de vocalizaciones (se cuentan hasta 17), casi todas estridentes. El sonido más escuchado es un siseo muy sonoro y metálico, que aumenta a medida que el ave lo emite. Lo cierto es que es perfecto para una película de miedo.

¿Por qué se asocia a la lechuza a todo tipo de leyendas? A las pobres lechuzas se las asocia con una cosa y, al mismo tiempo, con justo la contraria. Es cierto que, al tener hábitos nocturnos y un sonido que podría parecer un bufido humano, se las ha asociado a los malos augurio pero también hay culturas que las identifican con cuestiones más agradables como, por ejemplo, la sabiduría (aunque, según la RAE, ser un lechuzo no es algo especialmente positivo).

¿Cuántas hay? Las lechuzas son difíciles de contar por sus hábitos nocturnos así que las dimensiones poblacionales son estimadas.  Solo existe una estima para España, realizada en la década de los 90 del siglo pasado y que sugería una población de entre 50.400 y 90.500 ejemplares. La población europea, según BirdLife International, ha sido estimada entre 111.000 y 230.000 ejemplares, y representaría del orden del 5% de la población mundial. Con independencia del número exacto, las tendencias apuntan a declives poblacionales.

Referencias:

Novidade!

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