Coruja é vida!


A Campanha “Coruja não é Bruxa” lançada em 2016 foi um grande sucesso. Este ano me fantasiei de Katrina Mexicana para chamar a atenção de todos sobre um tema muito importante: O preconceito contra as Corujas. São várias lendas em todas as regiões do Brasil que atribuem mau agouro as corujas, especialmente as da espécie Coruja de Igreja. Isso tem que acabar! As corujas são importantíssimas para o controle natural dos roedores, e não fazem mal algum às pessoas. Diga não ao preconceito contra as corujas! Não confunda fantasia com realidade! Compartilhe e ajude na nossa campanha!

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Ultrapassamos 2000 curtidas!!


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Meu nome é Kátia Boroni, sou jornalista especializada em mídias digitais, e escrevo sobre Falcoaria e Educação ambiental para os sites trilíngues Diário de Falcoaria e Corujando por aí. Eu tenho três corujas provenientes de criatórios legalizados (ENFALCO e CEREFALCO) que me ajudam no meu projeto de educação ambiental chamado “Corujando por aí”. Começo hoje a série “o Diário de Bubú”, para que vocês possam acompanhar o crescimento da minha nova coruja, um filhote de corujão orelhudo conhecido também como Jacurutu (Bubo virginianus). Curtam a página e saibam tudo sobre ela/ele!

My name is Kátia Boroni, I'm a Brazilian journalist specialized in digital media, and I write about Falconry and Environmental Education for the trilingual websites Diário de Falcoaria and Corujando por aí. I have three owls that I bought from legalized breeding centers (ENFALCO and CEREFALCO) that help me in my environmental education project called "Corujando por aí” (Owldering around). I begin today the series “The Diary of Bubú”, so that you can follow the growth of my new owl, a young great horned owl (Bubo virginianus). Like the page and know everything about her/him!

Mi nombre es Kátia Boroni, soy una periodista brasileña especializada en medios digitales, y escribo sobre Cetrería y Educación medio ambiental para los sitios trilingües Diario de Falcoaria y Corujando por aí. Tengo tres búhos provenientes de centros de cría legalizados (ENFALCO y CEREFALCO) que me ayudan en mi proyecto de educación medio ambiental llamado "Corujando por aí" (Lechuzando por allí). Empiezo hoy la serie “El Diario de Bubú”, para que puedan acompañar el crecimiento de mi nuevo búho, un joven búho cornudo (Bubo virginianus). No se olviden de dar me gusta a la página para conocer todo sobre él/ella!

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Corujão orelhudo



Corujão orelhudo

O corujão orelhudo é a maior coruja existente no Brasil e uma das maiores da América. É considerada como a mais caçadora e poderosa das corujas, e também é conhecida como Jacurutu, corujão ou joão-curutu (Bubo virginianus). 

Se há comida em abundância, as taxas de sobrevivência das grandes corujas jacuturus (Bubo virginianus) são muito boas, pois elas não têm predadores naturais quando adultas. No entanto, essas corujas muitas vezes sofrem de problemas causados ​​pelo homem: atropelamentos, tiros, eletrocussão, ficam presas em arame farpado, são envenenadas, etc. Em cativeiro elas podem viver até 28 anos, há uma fêmea no Zoológico de San Francisco que completou 50 anos em 2012.

As fêmeas são maiores e mais pesadas do que os machos, mas o tamanho varia muito em toda a sua gama, sendo que as fêmeas podem ultrapassar 2 kilos. 

As Jacurutus são grandes caçadoras e comem quase tudo o que se move, mas elas também podem comer carniça se for necessário. Elas são carnívoras, só comem carne crua. Algumas de suas presas são: lebres, coelhos, ratos, patos, esquilos, camundongos e aves de rapina menores. Como elas comem o que estiver disponível, elas são capazes de viver em uma grande variedade de habitats, incluindo cidades. 

Como as outras corujas, as corujas Jacurutus comem pele, penas e ossos junto com a carne e órgãos. E, como as outras corujas, seu ácido estomacal não é ácido o suficiente para digerir os ossos, peles e penas, então elas regurgitam pelotas ou egagrópilas uma ou mais vezes por dia formada com estas partes indigestas.

O corujão orelhudo, como as outras corujas, não sabem construir ninhos. Eles usam outros ninhos disponíveis, como ninhos de esquilo, pequenas cavernas, bordas de montanhas, celeiros ou até mesmo grandes vasos de flores nas varandas. Eles são muito adaptáveis ​​aos ninhos artificiais colocados pelos seres humanos. 

Os filhotes crescem muito rápido e comer muito! Eles estão prontos para começar a pular nos ramos adjacentes ou ao lado do ninho algum tempo após 6 semanas de idade, mesmo que suas cabeças e corpos ainda estejam cheios de penugens. Este é um momento muito vulnerável de sua vida.

Elas também são conhecidas como corujas tigre, e voam em uma velocidade superior a 64,37 km/h. Quando fechados, os fortes tarsos da coruja Jacurutu requerem uma força de 12,7 kg para serem abertos. É estimado que uma família de corujão orelhudo com dois filhotes necessita de por volta de 12 ratos do campo a 12 camundongos a cada noite para se alimentarem.

As Jacurutus caçam principalmente de um poleiro alto, às vezes completamente ocultas pela noite sombria e/ou parcialmente escondidas nas folhagens. Elas são predadoras ferozes que podem caçar presas grandes, incluindo aves de rapina como águias pesqueiras, falcões peregrinos, falcões da pradaria e outras corujas. Elas também comem presas muito pequenas como roedores, sapos e escorpiões. Seu período de atividade de caça tem seu pico as 20:30 até meia noite e depois outro pico de 4:30 até o amanhecer. Quase todas as suas presas são mortas esmagadas pelas suas garras ou por perfuramento acidental de suas unhas. Suas presas são engolidas inteiras sempre que possível. 


Referencia:
Revista Corujando por aí: Edição especial sobre corujas. Download gratuito em: https://www.slideshare.net/Katia_Boroni/revista-corujando-por-ai-maio-2017

The Great Horned Owl


The great horned owl is the largest owl in Brazil and one of the largest in America. It is considered as the most powerful and hunter of owls, and is also known as tiger owl or hoot owl (Bubo virginianus).

If there is food in abundance the survival rates of the great horned owls are very good, as they don´t have natural predators as adults. Though, great horned owls often suffer from human-caused problems: hit by car, shot, electrocuted, caught in barbered wire, poison, etc. In captivity they can live up to 28 years old, there is one female at San Francisco Zoo who turned 50 in 2012.

The Females are bigger and heavier than males, but size varies greatly throughout their range, and the females can reach up to 2 kilos. 

Great Horned Owls are great hunters and eat almost anything that moves, but they will also eat carrion if it´s necessary. They are carnivores, only eating raw meat. Some of their prey are: hares, rabbits, mice, ducks, squirrels, rats, and even smaller birds of prey. As they eat whatever is handy, they are able to live in a wide variety of habitats, including cities.

Like other owls, Great Horned Owls eat fur, feathers, and bones along with the meat and organs. And like other owls, their stomach acid isn't acidic enough to digest the bones, fur, and feathers, so they throw up pellets once a day that consist of these indigestible goodies. 

Great Horned Owls, like other owls, are clueless about building nests. They use other available nests such as squirrel nests, small caves, ledges, barns our even large flower pots on balconies. They are very adaptable to artificial nests put up by humans.

Owlets grow very fast and eat like pigs. They are ready to start "branching" out onto adjacent branches or the side of the nest sometime after 6 weeks of age, even though their head and bodies are still fuzzy. They aren't flying well until 10-12 weeks of age. This is a very vulnerable time of their life.

The Great Horned Owls is also known as the tiger owl or the hoot owl, it can fly at speeds of more than 40 mph in level flight. When clenched, a Great Horned Owl’s strong talons require a force of 28 pounds to open.

It is estimated that a family of Great Horned Owls with two offspring would need to take about a half dozen voles to a dozen mice every night to satisfy their dietary requirements. 

Great Horned Owls hunt mainly by watching from a snag, pole or other high perch, sometimes completely concealed by the dusky night and/or partially hidden by foliage. They are fierce predators that can take large prey, including raptors such as Ospreys, Peregrine Falcons, Prairie Falcons, and other owls. They also eat much smaller items such as rodents, frogs, and scorpions. The Great Horned Owl’s hunting activity tends to peak between 8:30 pm until midnight and then can pick back up from 4:30 am to sunrise. 

Almost all prey of the Great Horned Owl is killed by crushing with the owl’s feet or by incidentally stabbing of the talons. The Great Horned Owl’s prey is swallowed whole when possible. 

Reference:

El Búho cornudo

El búho cornudo es el búho más grande que existe en Brasil y uno de los más grandes de América. Se considera como el cazador más potente de los búhos, y también se conoce como búho real o búho americano (Bubo virginianus)

Si hay comida en abundancia, las tasas de supervivencia de los grandes búhos cornudos son muy buenas, ya que no tienen depredadores naturales cuando adultos. Sin embargo, los búhos cornudos a menudo sufren de problemas causados por el ser humano: golpes por coche, disparos, electrocuciones, se atrapan en alambre de barbero, veneno, etc. En cautiverio pueden vivir hasta los 28 años, hay una hembra en el zoológico de San Francisco que cumplió 50 años en 2012.

Las hembras son más grandes y más pesadas que los machos, pero el tamaño varía enormemente a lo largo de su rango, siendo que las hembras pueden ultrapasar los 2 kilos. 

Los búhos cornudos son grandes cazadores y comen casi cualquier cosa que se mueve, incluso carroña si es necesario. Son carnívoros, comen sólo carne cruda. Algunas de sus presas son: liebres, conejos, ratones, ardillas, patos, y presas menores como ratones y aves. Ya que comen lo que está disponible, son capaces de vivir en una gran variedad de hábitats, incluyendo las ciudades.

Al igual que otros búhos, los búhos cornudos comen piel, plumas y huesos, junto con la carne y los órganos. Y, al igual que otros búhos, el ácido del estómago no es suficiente ácido para digerir los huesos, pieles y plumas, por lo que regurgitan egagrópilas o pelotas una o más veces al día formadas con estas partes no digeribles.

El búho cornudo, al igual que otros búhos y lechuzas, no saben cómo construir nidos. Utilizan otros nidos disponibles, como nidos de ardilla, pequeñas cuevas, los bordes de las montañas, graneros o incluso grandes macetas en los balcones. Son muy adaptables a los nidos artificiales puestos por los seres humanos.

Los pollos crecen muy rápido y comen como cerdos. Ellos están listos para empezar a saltar sobre las ramas adyacentes o al lado del nido en algún momento después de las 6 semanas de edad, incluso si sus cabezas y cuerpos aún están llenos de pelusa. Este es un punto muy vulnerable en su vida.

También son conocidos como búhos tigres, y vuelan a más de 64,37 km/h. Cuando están cerrados, los fuertes tarsos del búho cornudo requieren una fuerza de 12,7 kg para su apertura. Se estima que una familia de búhos cornudos con dos polluelos requiera alrededor de 12 topillos a 12 ratones cada noche para alimentarse.
Los búhos cornudos cazan principalmente de una percha alta, a veces completamente ocultos por la noche oscura y / o parcialmente ocultos en el follaje. Son feroces depredadores que pueden cazar presas grandes, incluyendo aves rapaces como el águila pescadora, el halcón peregrino, halcones de la pradera y otros búhos. También se alimentan de presas muy pequeñas como roedores, ranas y escorpiones. Su período de actividad de caza tiene su pico a las 20:30 hasta la medianoche y luego otro pico desde las 04:30 hasta el amanecer. Casi todas sus presas son muertas por sus garras o por perfilamiento accidental de las uñas. Ellos tragan su presa entera siempre que sea posible. 


Referencia:
Revista todo sobre Búhos. Descarga gratuita en: https://www.slideshare.net/Katia_Boroni/revista-corujando-por-ai-maio-2017

Diferenciando as aves de rapina




Texto de Lydia Ash, disponível em http://www.themodernapprentice.com/raptors.pdf
Traduzido e adaptado por Kátia Boroni para o site Diário de Falcoaria www.diariodefalcoaria.com










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Aves de rapina:
Diferenças entre gaviões, falcões e águias.

Gaviões, Accipiters e águias estão mais intimamente relacionados uns com os outros do que com Falcões. Eles estão todos na família Accipitridae.

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Falconiformes

Gaviões (Hawks)
Os gaviões são do gênero Buteo. Muitas vezes, eles são chamados de "asas largas". Eles são aves pesadas, particularmente adaptadas para planar ou usar a gravidade para cair sobre suas presas. Estas aves de rapina usam seus poderosos tarsos e fortes garras para  prender sua presa, a apertando e perfurando seus órgãos vitais. Este grupo contém membros como o Búteo de cauda vermelha (Buteo jamaicensis) e o Gavião ferrugem (Buteo regalis).

Accipiters
Pertencentes ao gênero Accipiter, muitas vezes, eles são chamados de "gaviões verdadeiros" e "Asas curtas", e às vezes de "gaviões de olhos amarelos". Essas aves tem por característica suas asas largas e arredondadas, que são mais curtas do que as dos Buteos, pescoço curto e caudas longas. Os olhos das aves juvenis são amarelos, se tornando vermelhos na idade adulta. Seu padrão de voo típico é um bater de asas rápido (flap-flap-flap) e em seguida disparam. Planar não é seu método de voo preferido, pois eles são tão eficientes no seu “Flapping-glide”. Essas aves parecem estar em constante estado de movimento, e quase sempre nervosas. Os membros deste grupo incluem o Açor (Accipter gentilis), o Falcão do Tanoeiro (Accipiter cooperii), e o Gavião miúdo (Accipiter striatus).


Águias
As águias são do gênero Aquila, existem 9 membros deste gênero. Essas aves têm asas longas e largas, e uma cauda média. As águias douradas (Aquila chrysaetos) pertencentes à este grupo são raramente usadas na falcoaria Norte americana, porém são usadas por alguns.


 

Falcões

Os falcões estão na família Falconidae e no gênero Falco. Eles são frequentemente chamados de asas longas "Longwings" e, por vezes de "dark-eyed hawks" (falcões de olhos escuros), e são mais conhecidos por seus picados agudos (stoops). Eles são da família de aves terrestres mais difundidas, que abrange todos os territórios exceto as regiões altas do Ártico e Antártica. Essas aves têm seu corpo em um formato muito diferente das outras aves de rapina listadas aqui. Eles têm asas longas e pontiagudas e uma cauda longa. O bico curto e enganchado tem um entalhe exclusivo especificamente para quebrar o pescoço da presa. Os dedos são longos e finos, com garras menos substanciais das dos falcões ou águias. Neste grupo estão o falcão peregrino (Falco peregrinus), o Falcão quiri-quiri (Falco sparverius) e o falcão Merlin/Esmerilhão (Falco columbarius).


Birds of prey:
Differences among hawks, eagles and falcons.
Text by Lydia Ash, available in http://www.themodernapprentice.com/raptors.pdf
Translated and adapted by Kátia Boroni for the website Diário de Falcoaria www.diariodefalcoaria.com


Hawks, Accipiters, and Eagles are more closely related to each other than to Falcons. They are all in family Accipitridae.

Kingdom: Animalia
• Phylum: Chordata
• Class: Aves
• Order: Falconiformes

Hawks
Hawks are of the genus Buteo. They are often called “broad wings.” They are heavy bodied birds particularly adapted for soaring or using gravity to drop on their prey. These birds use their powerful feet and strong talons to bind to their prey constricting it in their grasp and puncturing vitals. This group contains members such as the Red-Tailed Hawk and the Ferruginous Hawk

Accipiters
Accipiters are in the genus Accipiter. They are often called “true hawks” and "short wings" and sometimes the "yellow-eyed hawks". These birds are marked by their broad, round wings that are shorter than Buteos, short neck, and long tails. Juvenile eyes are yellow turning to red in adulthood. Their typical flight pattern is a flap-flap-flap followed by a glide. Soaring isn't a preferred flight method as they are just so efficient at their
flapping-glide. These birds seem to be in a constant state of motion, and almost nervous. Members of this group include the Goshawk, the Cooper’s Hawk, and the Sharp-Shin Hawk.

Eagles
Eagles are the genus Aquila. There are 9 members of this genus. These birds have long, broad wings and a medium tail. The Golden Eagles of this group are rare for falconry in America, but are used.

Falcons
Falcons are in the family Falconidae and the genus Falco. They are often called
“longwings” and sometimes the "dark-eyed hawks" and are most known for their highpitched stoops. These are the most widespread land-bird family covering all but the high arctic and Antarctic regions. These birds have a much different body form than the others listed here. They have long, pointed wings and a long tail. The short, hooked beak has a unique notch specifically for snapping the neck of prey. Their toes are long and thin with less substantial talons than hawks or eagles. These are birds such as the Peregrine Falcon, the Kestrel, and the Merlin.

Aves de presa:
diferencias entre gavilanes, halcones y águilas.

Texto de Lydia Ash, disponible en  http://www.themodernapprentice.com/raptors.pdf
Traducido y adaptado por Kátia Boroni para el sitio Diário de Falcoaria www.diariodefalcoaria.com


Halcones, Accípitres y águilas están más estrechamente relacionados entre sí que con los halcones. Todos ellos pertenecen a la familia Accipitridae.

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Clase: Aves
Orden: Falconiformes

Gavilanes

Los gavilanes son del género Buteo. A menudo se les llama "alas anchas". Son pesadas aves de presa,  especialmente adaptadas para elevarse o usar la gravedad para caer sobre sus presas. Estas aves usan sus poderosos tarsos y garras fuertes para atar a sus presas, las apretando y perforando sus órganos vitales. Este grupo contiene miembros tales como el Ratonero de cola roja (Buteo jamaicensis)  y el Busardo herrumbroso (Buteo regalis).

Accipiters

Los accipiters están en el género Accipiter. A menudo se les llama "gavilanes verdaderos" y "Alas cortas", ya veces "gavilanes de ojos amarillos". Estas aves tienen por característica sus alas anchas y redondeadas, que son más cortas que las de los Buteos, cuello corto y colas largas. Los ojos de las aves juveniles son de color amarillo, convirtiéndose en rojos en la edad adulta. Su patrón de vuelo típico es un golpe de alas rápido (flap-flap-flap) y luego disparan. Planear no es su método de vuelo preferido, ya que son tan eficientes en su "Flapping-glide". Estas aves parecen estar en constante estado de movimiento y casi siempre nerviosas. Los miembros de este grupo incluyen el Azor (Accipter gentilis), Gavilán de Cooper (Accipiter cooperii), y el Gavilán americano (Accipiter striatus).

Águilas

Las águilas son el género Aquila. Hay 9 miembros de este género. Estas aves tienen alas muy largas y anchas, y una cola media. Las águilas reales (Aquila chrysaetos) que pertenecen a este grupo son raramente utilizadas en la cetrería norte americana, pero se las utilizan.

Halcones

Los halcones pertenecen a la familia Falconidae y al género Falco. A menudo se les llama "Longwings" (alas largas) y, a veces, de “dark-eyed hawks” (halcones de ojos oscuros) y son más conocidos por sus vuelos descendientes agudos. Ellos son la familia de aves terrestres más extendidas que cubren todos los territorios, excepto las regiones altas de Ártica y antártica. Estas aves tienen una forma corporal muy diferente a las otras enumeradas aquí. Tienen alas largas y puntiagudas y una larga cola. El pico corto y enganchado tiene una única muesca específicamente para romper el cuello de la presa. Sus dedos son largos y delgados con garras menos substanciales que las de los gavilanes o águilas. En este grupo están el  halcón peregrino (Falco peregrinus), el cernícalo  (Falco sparverius) y el merlín (Falco columbarius).



Diário de Falcoaria
www.diariodefalcoaria.com
Jornalista responsável:
Kátia Boroni – MTB: 002.0435/MG
Contato: diariodefalcoaria@gmail.com

Novidade!

International Owl Awareness Day

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